Não era dor
era a vida.
Ali,
insistente,
indefinida,
em nada alvissareira,
era a vida.
Tão somente,
era a vida.
Ponto.
Devia chamá-la
maga,
bruxa,
feiticeira.
Aquela que prende
a alma
nesta teia
de pegar
passarinhos
distraídos.
Maria Helena Sleutjes

Maravilhoso!!!
ResponderExcluirVocê nos encanta com os seus poemas.
Bjs
Obrigada, querida Edna, por apreciar meus poemas! Bjos
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